O espaço da CRU Galeria acolhe Iva Viana e Frágil, a primeira de uma série de exposições, sob uma nova curadoria. Trata-se de (re)habitar um lugar, (re)criar a sua história, (re)abrir o seu espaço.

Frágil é aquilo que é facilmente quebrável. Que é permanentemente ameaçado de destruição. Quase insubstancial, delicado. É, ainda, aquilo que exige cuidado e atenção. E é aquilo, que na sua força vertiginosa, sopra um convite de que nos instalemos no mesmo plano de vulnerabilidade, de inquietação.

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